Nunca dei muita importância para outra pessoa além de mim mesma. Então ter mudado de escola, largado o ballet, cortado vínculos todas as vezes com as amigas BBF da época. Caraca foram muitas. Se contar desde o pré?
Fabiana, Natália, Sandra, Silvia,Lu, Ana Paula, Cristine, Dani, Dédé, a outra Lu, a Tati, Rita. Sinto falta de todo mundo. Não me lembro mais porque me afastei de todas elas. Acho que eu cansei de estar o tempo todo com a mesma pessoa e simplesmente arrumei algum motivo para me afastar ou para se afastarem de mim.
(A minha amiga Paula não esta nesta lista porque é alguém que não desisti ainda.)
Se eu contar os caras? Na verdade eu já desistia antes mesmo de começar de verdade.
A verdade é que não precisou de tragédia para eu ser assim. Eu já vim meio torta de fabricação.
Em alguns momentos eu não sei direito. Não sei o que eu quero. Não sei o que fazer. Não sei o que pensar.
O fim do mundo instaurado pela simples menção a mudar de cidade. Ser mãe também significa abrir mão de ser nômade. Sim porque quem quer viver com o estigma de ter destruido o círculo de amizades da própria prole. Cara ela é uma pessoa.
Então assente-se. Compre o apê, e no máximo saia da estatal. Não saia mais da região, não tire o pequeno ser da escola. Hoje eu tentei me colocar no lugar do pequeno ser humano.
Eu sou como eu posso dizer, a rainha. Eu, eu, eu, eu.
Hoje eu me vi no lugar do pequeno ser humano. O universo dela inteiro abalado. Só faltava eu dizzer que ia me mudar para uma cidade e ela pra outra. Sério.
E eu estou pensando em mais alguem além de mim.
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