Eu reclamo muito. Porque eu levo tudo muito a sério. Porque eu sou perfecionista. Porque eu sou intensa. Já me apelidaram de Litígia (sim eu odeio que me chamem assim, mas é uma tirada muito perspicaz).
Vou dividir. Me importo, levo a sério e busco a perfeição com pouquíssimas coisas. Pouquissimas pessoas. A grande maioria só existe como pano de fundo, para completar o cenário. Aquela nuvem (ou gaivota, muito mais fácil) que a gente faz quando é pequena, nos desenhos de escola, para dar uma populada no desenho e não parecer que você fez correndo para se livrar. É assim que eu vejo a maioria das coisas e pessoas. Só estão lá para figuração. Só reclamo com o que eu me importo, com quem eu me importo, algo ou alguém que a existência tenha algum significado na minha vida. Qualquer lado da vida, qualquer personalidade.
E o que isso tem haver com o Lucky me? simples, nesta semana estava divagando sobre a minha sorte. Sim eu escolhi os 10 gramas de sorte ao invés do 10 kilos de ouro.
Isto é o que motiva Deus continuar me tratando como criança (além da idade mental de 4 anos). Ou será que ele já me pos no rol dos bêbados? Eu tenho uma sorte do caramba. Sério, e não gasto muito não. Sorte não gasta. Você aplica. Minha sorte vou aplicada na prole. No trabalho. Na saúde.
Não tenho a vida perfeita e nem queria ter. Eu curto a hipocrisia materna. Eu curto os desafios (apesar de estar precisando dar uma desacelerada no profissional). Eu não viveria de outra maneira.
Estou sentindo outra mudança. Podia ajudar a resolver a história com o NL.
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